18/Nov/08
Fluxo
Mais uma etapa cumprida. Terminada a temporada do Etílico com ingenuidade e gelo. A gente tem um assunto sobre voltar no verão, mas os planos são outros... E mais gelo. A agenda segue. Tem show em Macaé dia 28. Às vezes ficou entre as finalistas de um festival e vamos lá tocá-la. Dia 13 de Dezembro tem Expo, tem show de Reveilon e em Janeiro tem Absolut Lounge (Show Exclusivo do Noite Lagos). Dezenas de shows acústicos até o fim do ano. Espero conseguir fazer por serem em lugares diferentes... Mas com Macaé e Friburgo a agenda da Nebulosa aumentou o raio de ação. Obrigado Márcio Batata e obrigado Big Bee.
Em Janeiro o processo é outro. Estou na espera no projeto, do tempo e dos instrumentos, além do click nos nossos ouvidos. O que ficar será regulado. O captador crônico do Violão 1, a afinação e tensão do violão 2, os timbres de guitarra, além de outra guitarra, os tempos precisos de bateria, a colocação da voz...O profissionalismo e garra da equipe. Vai ser difícil fazer um ensaio diário, mas não abro mão de pelo menos quatro vezes. Quero produzir o que fizemos fazer mais, atirar os dardos, captar recursos da forma mais segura possível...
To ouvindo Keane e John Mayer repetidamente. Som feliz. Soube que o REM foi ótimo. Logo vou. Deixei de lado um pouco o disco do Marcelo Camelo embora assista ao show no dia 14. Preciso ver “Acontece quando chove”. Cariocas: Pinguem lá.

12/Nov/08
Acidente Três arquivos de Word abertos... Demorei pra mandar notícias... Tantos acidentes... Até bons. Na vida de todo mundo existe uma maré de acidentes ruins, por exemplo. Um corte no dedo num dia, uma guitarra cair no seu pé e te deixar semi-desmaiado, um pneu de carro furado... Isso pode ser após um dia que choveu mais do que alguém previu e quase nada deu certo no trabalho: Esse é o lado do desespero. Mas se o corte foi mexendo aonde bem quis, e a guitarra é nova, fruto do trabalho, de novos timbres de novas pessoas... O pneu já estava velho e o trabalho ficou melhor que ontem... Entre isso tudo puder beber bastante cerveja com o Camilo (noite lagos.com) e ouvir minha amiga Zane Cantar.
Vou usar uma guitarra strato do Ricardo com reserva já que fiquei só com uma. Ela vem acompanhada de nossa senhora de Aparecida (Vou mandar fazer outra) e de uma imagem de boneca. Troquei duas guitarras e uma pedaleira por uma GT 6 da Boss e amanhã vou passar o dia timbrando e ajustando cases. Não deu tempo de fazê-lo ainda, estudar, ensaiar com o Indin, de olhar a chuva como gosto, apesar de andar nela, de esquecer que Janeiro ta chegando e a Nebulosa tem projetos...
Hoje ensaiamos o final da temporada ao sabor de um vinho Italiana trazido pelo Duda. Eu fiz o almoço. Vou entregar minha segunda crônica ou sei lá o que pro jornal e não vou responder a equivocada matéria do meu querido Célio Pimentel (Embora não reconheça suas palavras e embora ele goste dos debates como eu) a respeito de uma crônica do Arnaldo Jabour que recebi de minha mãe e o enviei. A crônica chama-se Dois Obamas. O texto do agora articulista Célio é uma defesa inoportuna ao presidente Lula (Que gosto até certo ponto) e uma falta de entendimento do teor real das palavras até elegantes do Jabour. Aliás, o vídeo que recebi da Erica (Sem acento) é melhor ainda. Olhem no meu Orkut. Eu deixo. (Por isso pensei em respondê-la com veemência).
To ansioso pra mais ensaios com baixistas embora só possamos ter uma posição em Janeiro. Agora é cumprimento de agente e falta total de começar um processo. O que já iniciou é a projeção do meu home Studio. Monitor legal e caixas de referência também. Falta a memória e até Janeiro sai. O nome é: Studio B. Não, não quero fazer um Sgt Pepers. Quero me virar com as guias, vinhetas e outros compromissos da banda.
Tocaremos na noite universitária do Etílico: Confesso o meu conforto sobre a perspectiva. Vou sugar Ricardo e meu queridíssimo Marcello Mello. Aliás, pude ir com a Nebulosa num ensaio da banda a qual ele faz parte e acompanha a Assunção (Não queria errar o nome): Extraordinário de fato ver um ídolo tocar. A gente se divertiu e aprendeu muito. Obrigado pela companhia, Tadeu Uchoa. Marcello também quebrou muitos galhos ontem diante da desconcentração dos nossos contratantes. Eu acostumei-os mal: Acidente. Sem REM.

05/Nov/08
Maria, Acho que nunca tive ideais, Maria. “É tudo luz e sonho”. Acho que teria dito palavrões se o tivesse. Acho que não estou sequer chateado e sim inquieto. Minha vida ta toda assim. Imagino como deve ser pra você a academia indicar filmes de super herói pra premiação do Oscar. Optaram pelas maiores bilheterias e toma super herói até 2012. São vários previstos além dos atuais! Será que é a perspectiva de alguém pra nos salvar? Também, ainda que não seja de super herói, os filmes ganhadores desde o ano de Dia de Treinamento estão fracos. Aliás, naquele ano acho que deveria ganhar I’m Sam. Sim, estou puxando brasa pros Beatles. Mas isso pra mim é pelo povo! Por quem paga, por quem se emociona. Existe um novo começo de consciência. Um falta de vergonha de assumir o popular, o negro na América e o regionalismo. Palmas pra essa nossa geração que já conquistou a separação matrimonial. Nada é mais o melhor pra você ou pra mim. Tem que falar pra muita gente. Muita. Velocidade, solidão... Não falo mais nisso. Hoje.
O único super herói que sonhei ser foi o super homem. Nunca Che, Adolf, Collor, Lula (Esse é simpático). Acredito em Jesus, Clarice, Roberto Carlos, Lennon e Mc Cartney, Nemo... Acredito nos gênios. Acredito em você. Adoro dizer teu nome. Adoro sua lógica. Quando digo num post anterior “Um filme de Maria” quero dizer exatamente isso. E disse.
Felipe Massa transou, gozou e não se vestiu. A menina de outro pecou no final. O Hugo Carvana achou fazer peça de teatro juvenil pra projeto escola... Acontece quando chove foi adaptado. Os legais deixam os clichês nascerem também. Meu sonho é você. Por perto: Você, Rodolfo, Duda, Big Bee, Ana Helena, Aniliah, Raoni, Balaio Fino, Mariana Henrriques, Guezzo, Chiquinho, André, Xico Pintado, Indin, Morgana, Cerveja de um litro e mais umas 1.300 pessoas. Já citei muitas nos outros textos que não preciso repetir aqui. Ou preciso sim, mas hoje não.

04/Nov/08
Ponstan 500 mg. É mesmo de se pensar na vida, no cereal e na proteína animal. Algum animal passou por aqui, me feriu, me trocou o sorriso e fugiu. No tempo de Clarice não tinha internet nem B de Banda ou Mada (Às vezes parece que não existe mesmo). As novelas não iam da China pra Índia. Que conforto, discípulos. E você que fiz pensar na vida e que já mudou a minha só por ter pés e por perceber através da janela, ta nas calçadas, e aqui dentro do lado direito da cadeira. Não quero estar longe de casa e sim com o rabo acesso: Uma vaga lume. Quero estar longe de casa ou ter várias casas. Acho que consigo me controlar. Aqui eu falava de estar dentro de uma banda, de uma distancia e vou continuar falando. Aí, em baixo eu vou falo de você: Você, tão linda, tão você na janela, tão aqui. Haverá as crônicas e contos, mas também os que vocês não clicaram pra saber. Nem eu.
To de saco cheio de Noite. Não num show cheio de estratégia pra vender uma música com a platéia às vezes, de novo, urrando. Não do bar comigo dentro ou fora tocando violão pra você... Isso eu tiro de letra com cerveja, fumaça e gordura: To de saco cheio da igualdade. Igualdade de som, de padrão. Eu matei e assumo. To de saco cheio do Samba Rock, do Emo Rock, do Post Rock, das bandas novas de “Qualquer Coisa – Rock” quererem ser os Los Hermanos ou The Strokes, do Funk, do Axé, da MPB da Ana Carolina, do Chorinho julgador da lapa ou fora dela, do samba da Gigi ou fora dela... To de saco cheio da chapinha ou do hidratante de morango no ar de todos os lugares. Eu to carregando o corpo. To cuspindo nele. Tem mais... Eu chego lá, porra. Na noite. De noite, de enjôo, de café e beijo meu.



03/Nov/08
Friburgo Embora o dia de finados seja marcado por chuvas torrenciais, ontem, foi um dia lindo. Descendo a serra de Friburgo com um sol entre as montanhas que refletia nas lentes dos óculos escuros. Inversamente proporcional ao também bonito dia anterior de neblina, chuva, frio e discussões sobre tendências. Queria voltar por Lumiar, mas não deu, após já perder o café da manhã do hotel. Metade de nós era euforia e a outra metade era cansaço. Já tínhamos tocado em Cabo Frio na sexta e eu, por exemplo, não dormi. (Sem falar na história do dente).
O show foi sedutor. Jantar e Champagne antecederam uma platéia cantando e às vezes urrando tudo. A direção da casa disse que passaram por ali aproximadamente 3.800 pessoas. (Uma dela era a Fernanda, amiga minha e do Duda de infância que surgiu no meio das pessoas. Ela tava num casamento e entrou porque leu o nome Nebulosa. Lamento a correria e minha falta de tempo com ela). O que me mostrou uma freqüência diferente foram pessoas dançando: Uma menina ao lado do palco com um vestido creme me chamava atenção e uma loira de vestido cinza com flores chamava a atenção de todos. Um rapaz de camisa de cor café com leite também movia olhares e Rodolfo foi perfeito em sua dança: Please Don’t Stop The Music. Meninas subiram no palco inferior e havia dança nas escadas. Talvez acontecesse uma briga que terminou em risos. O som estava ótimo. Era tudo novo e digital. O único inconveniente foi um vazamento sonoro da outra parte da boate Manhattan.
Fiquei emocionado com as pessoas envolvidas no trabalho e o espírito de parceria. Obrigado Márcio Batata (melhor baixista pra pele). Obrigado André (Motorista extraordinário), Eliezer, Ricardo, Érica, os contratantes e o pessoal do Hotel que não reclamou de nada, impressionantemente, embora tenha notado a falta de simpatia de um vizinho de quarto ao ir embora por infeliz coincidência, no mesmo horário. A Lapa que está sendo devolvida ao Samba, perdeu pra Friburgo naquela noite fria com mulher de sutiã no meio da rua e pessoas bem transtornadas. Na noite: Parabéns ao time de Rugby de Friburgo: Campeão Estadual. Obrigado Artur e Walace das bandas Salto Vertical e Cuca que nos receberam muito bem e toparam a parceria do equipamento de palco.
Cheguei quase na hora de um evento que foi num espaço perto da minha casa pra arrecadar fundos... Dessa vez: Stance. Já disse nas outras postagens muito sobre isso. É um trabalho municipal interessante. Fazemos muito em outros setores. Agora, eles têm as escolas nas mãos. Esse tem que ser o foco. Muitas bandas de amigos iam tocar ou simplesmente se abraçar. Não deu mesmo pra ir, mas liguei e gostei de ouvir Anna Julia (Assim?), com a mesma base até no refrão, de longe. Os timbres estavam bons. Rolou saudosismo e nostalgia. Eu aprecio principalmente domingo.

01/Nov/08
Crônica - A Folha da Região. Galera, antes de viajar deixo pra vocês minha primeira coluna pro Jornal A Folha da Região. La vai:


Solidão de Gelatina – A crônica e outras coisas:

“Havia uma canção com esse nome, embora só tivesse o nome. Repetia ela que a solidão era veloz, embora não como quase todos os dias de hoje. Não como um filme de Maria ou uma acorde de Antônio. Lembrava a ele e a ela o quanto a velocidade era emocionante e que era interessante a gelatina: Acompanha a regeneração das unhas. Ela adora as unhas. Principalmente claras. Reparava o balé de unhas sobre a madeira nova que precisa parecer velha nessa velocidade. Tudo precisa parecer antigo. É disfarce. É saudade. Toda saudade é disfarçada e entregue pelo balé dos dedos.
No entanto ela: “Parada, pálida e deitada no sofá de manhã”. Ela espera o momento de sair e entrar pelo quarto, tremendo as janelas e o abajur. Ela sabe que ainda que não mova uma folha de caderno ela cumpriu o seu principal papel que ainda que não seja tentar move-la é apresentar-se. Ela é sozinha e tem tantas formas... Forma de bolha se sabão que estoura antes de tocar o chão, forma de lápis de tabuada, de cadeira empalhada de casa de avó, de beijo doce de algodão doce...
O papel é dela e não mais de seu autor. Esse é o mero refém da arte e dos nomes bonitos. Ele vive na crônica, na sugestão e em outro canto da casa. “Ela voa pelas ondas acariciando, enterrando e elegendo pessoas”. A casa tem lugares que achamos ótimos. Eu tenho adorado o meu quarto. Há tempos não passava tanto tempo aqui. Quando posso ficar em casa ele fala comigo. Ele me protege da indiferença, do rubor, do medo... Ele me ajuda com minhas missões: Tocar e às vezes estudar isso, Compor, postar no blog, projetar, e agora escrever pra vocês. Sonhar muito entre café e vento: Preciso de vento.
Preciso me repetir e me desmentir. Preciso do meu quarto. Nessa cidade, que me foi imposta e hoje a amo, aprendo a dar valor casa vez mais a ele. Eu consegui, aqui, ter meu maior sonho: Sobreviver da música e de algumas palavras. Isso é um exercício monstruoso de repetição. Repetição pra mim e pro mundo todo, pois a diferença entre trabalhar e ser bom é monstruosa. Eu repito pros bons. Ele sabe disso. Ele sabe que a velocidade é fruto de uma solidão que fica cada vez mais evidente em cada um de nós. Precisamos de tudo mais rápido. Um chamado, um pedido, um carinho... A tecnologia ajudou a raça humana que inclui os maníacos. Eles não estão fora da espécie.
Há quem se afaste e esses também são interessantes e relevantes. Hoje não. “A religião afastou o homem”. Ouvi isso essa semana depois de absurdos que disse sobre uma determinada religião que tem uma instituição mercenária, mas não são todas as pessoas ligadas a ela. Fui rude, irônico e talvez desrespeitoso. Eu me igualei a quem me julgou errado um dia. Perdão ó pai, mas tenho mais um pouco a dizer: É fato que a tecnologia dá o que a religião não deu. Eu rezo mesmo sendo mais fácil ter o celular do próprio médico. É interessante a gelatina: Acompanha a regeneração das unhas. Adoro gelatina e adoro as unhas. Principalmente claras.

Vitor Bricio

29/Out/08
Dane-se
Preparações e uma reunião. Partiremos pra Friburgo no Sábado cedo, não mais passando por Angra e não tocando no Etílico. Rodolfo agora também vende shows formais e cada uma de nós tenta se equilibrar na corda bamba da noitada pra manter os projetos e sonhos. Cada um no seu estilo ou conhecimento, de fato. Roger marcou a reunião e aproveitei pra pedir, entre cerveja e outras coisas, para que meus amigos, além de músicos, fiquem por perto. Ainda que eu mesmo, que escrevi e depois pedi, pergunte ou afirme sobre um adiamento, por exemplo, que o foco seja um só. Esse é o entendimento com o tempo. Temos 400 problemas como qualquer trabalho. A sorte que é somos muito amigos... Há anos. Isso é a preservação da espécie - Homem, amigo homem e trabalho. Nunca foi uma Idéia ou um sonho só. Aflora o disponível. Isso é complicado de entender, aceitar e rezar. Por fora: Vocês terão uma surpresa em áudio visual. Nosso novo parceiro Noite Lagos deixará todo mundo informado.
Márcio Batata da Big Bee será o baixista do fim de semana continuando Tadeu Uchoa na Sexta, no então Etílico. A gentileza e a parceria de Batata me fazem sofrer menos, ainda que erroneamente por pessoas que são artistas equivocadamente. Pessoas que tem o talento indiscutível e morrem com a falta de parceria e falta de respeito com o outro, que também se julga artista, mas que realmente é ou foi outra coisa qualquer, ainda que um simples amigo medíocre. É tudo misturado pra mim também. E ponto de vista do ser, mesmo. Essa semana Indin me propôs um show só com guitarras no Teatro Municipal de Araruama...
Ontem, de madrugada, eu com minhas lágrimas no sofá de minha sala assistindo um dos 16 DVDs que o Alan Pessanha, meu amigo com dois “SS”, gravou pra mim. Sim, é pirataria. No DVD Beto Guedes fazia 50 anos e fez um show com os sucessos e com os convidados. A sensação de liberdade e o que eu sentia quando tive essas canções como bíblia estava diante de mim de novo. Lembrei da declaração do pai do Alan ao me entregar o DVD e lembrei a minha vida toda e principalmente o que eu fiz dela. Quem são meus pais, meus amigos, meus artistas e meus amores... Quem meu deu e o que eu dei: Peso.
Perdi a ligação e a conexão com o Felipe no ultimo fim de semana. Faltei a Tim, ganhei a Oi, Perdi a Vivo e o Gabeira também - Manipulado e viajado por menos de um por cento da população. Dane-se se o Rio perdeu uma oportunidade histórica. A gente perde varias e diariamente. O país teve um e viu que é pouco diferente, embora seja mais engraçado. Deborah, que deve estar vermelha de praia, me pergunta pelas palavras e meu cabelo não fica no lugar. Deve ser essa filha do vento. Essa filha de mim. De praia de trabalho. Por mim.

Ps: I love you.

Ouvindo Beto Guedes. Dane-se.

22/Out/08
Feliz ...Feliz por ter assistido as sessões de gravação do cd oficial do Balaio Fino Segunda Feira. Gabriel e “Juliana Feliz” compondo: Estupendo! Feliz pelo papo etéreo com a mesa do café e por estar perto. Feliz pela recuperação do Marcello e pelo meu dente. Exatamente obrigado absoluto...

...Feliz por ver o alto ensaio da Big Bee e por ter passado bastante tempo com o Herriston Bila essa semana: Rock em todo o sentido. Rock nos poros...

... Feliz pela música às vezes estar indo bem no festival de Resende, Graças às Deus e a todos vocês que acompanham pela internet. Muito obrigado Vitor Fontoura: Acontece quando chove. Obrigado Kátia Cardoso que me fez uma entrevista na raça em seu programa na Rádio da Universitária Cândido Mendes. Obrigado Paloma que deixou recado na Rádio... Obrigado Érica e Duda (Cheguei e o encontrei dormindo no meu quarto) pela companhia.

...Feliz por encontrar Baroni bem e feliz no show acústico de Sábado. Saudade do Matheus...

...Feliz por ver Gabeira em primeiro lugar no Rio enquanto como biscoito waffer de morango...

...Feliz por estar arrumando meu computador e estudando mais...

... Feliz por exercícios...

... Feliz por aprender, ensinar e ajudar...

... Feliz pela estrada... Longe de casa...

...Feliz pela perspectiva dos meus amigos. Os desligados, os limpos, os sujos, os pobres, os ignorantes, os ocupados, os que pensam num outro lugar ou num outro plano, os que me entendem, os que não me entendem, os que amam o futuro, mas não sabem nada de presente com ou sem passado, os que se separam... Amigos, país, filhos...

...Feliz...


Coletânea.

16/Out/08
O dente Resolvi escrever durante a semana sem nenhum evento da Nebulosa, aparente e sem um projeto especial... O fato é que como moro, hoje, na cidade de Araruama, preciso contar pra vocês que ontem houve uma revolução musical aqui. Um cara, músico, Alexandre Martins produziu o que jamais se viu na cidade.
Numa semana chata, (Exceto Domingo) ao mesmo tempo em que os contatos novos brotam, estou afetado por uma série de coisas e uma terrível dor de dente. O ritmo das pessoas não vai mudar, o meu, talvez mude, mas por enquanto não. Alguns amores saíram dos hospitais (Amém) e outros precisam de mais. O jantar com meus amigos Ricardo e Carla na terça feira foi a única conversa musical relevante. Falamos muito de Marcello Mello, infelizmente não consegui ir lá essa semana. Quantos blogs, bandas e músicas novas por aí...Vou agradecer parte ao Mario Marques que agora está na minha lista.
Com esse cansaço, assisti meu amigo Daniel Lopes no Atitude.com da TV Brasil e fiquei péssimo. Não deixaram nenhuma música passar de um minuto e meio. Uma discussão sobre o analógico ou digital, tomou conta do programa. Eu mandei e-mail pra lá e ele me ligou no final da gravação para um desabafo meu. Sim, já falei da velocidade, mas isso é o cúmulo da contradição. Um monte de gente saudosista corta um espaço musical por causa da mesma velocidade. Logo esse trabalho que faço questão de também falar sempre. Corram pro My Space. É o máximo.
No meio disso, recebi um pedido da minha grande amiga Ana Helena (Obrigado eu. Sempre). Então ontem fomos aos bastidores da gravação do DVD do saxofonista Sandro Guimarães e convidados aqui em Araruama, produzido pelo Alexandre Martins. Não dava pra demorar. Fotos, fotos, fotos e dor de dente (Um canal em sua finalização. Agora, com antibiótico).
O palco mudou do habitual lugar e vi um espaço lotado como pessoas até na incidental colina ao lado. O povo aplaudiu música instrumental e não arredou o pé. Eu só tinha visto isso, por aqui, ao ar livre no festival de jazz de Rio das Ostras. O som foi o melhor do que qualquer show recente e a produção elegantemente do bem. Aconteceu: Fez-se divulgação certa. Dirigida. Não é como o turismo e as comunicações fazem aqui. Com menos, eles fizeram melhor. Bem melhor. A divulgação da federação da luz também é bem legal... E atual. Acredito que os acertos também tenham sido mais profissionais e que tenham realmente recebido. Obrigado Alexandre, Ricardo e Ana, vocês mudaram minha semana.

13/Out/08
Do bom e do bem. Com a sensação de estar com o vento da barra da tijuca movendo os balões de gás e alegrando a minha infância... O cheiro dos restaurantes... Minha avó está viva. Um casal dança com a gente no You Tube e a xícara nem se move. Preciso ler uns 30 blogs... O trabalho ta cada vez mais uniforme. To feliz. Fim de semana ótimo... Grandes músicos e principalmente amigos tocando conosco. Quatro shows em três dias. Quinta Feira na Adega Don Arturo. Sexta Feira cheia de gente legal no Etílico. Falta Ana Paula. Sábado fomos conhecer um sítio onde haveria o show. Só eu não andei a cavalo e estou arrependido. Som legal, mas uma ventania de poeira histórica. Assim a gripe não vai... Show em dois sets: Só um contou... Houve o acústico tradicionalmente às 22h no Cevada. Um beijo meu pra Marisa, Marília, Azedume, Heitor, Alan, Tadeu, Celso Justo e pra Nossa Senhora Aparecida.